segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Blu-ray é um formato de disco óptico da nova geração de
12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. Compete para se converter no padrão de discos ópticos sucessor do DVD. Seu rival é o HD-DVD. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor violeta de 405 nanometros permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros). Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra uma longitude de onda curta de 405 nm e, conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. Blu-ray e HD-DVD dividem as mesmas dimensões e o aspecto externo.
A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray.
Web 3.0, 2.0, 1.0 ? O que isso significa?
Outro dia estava lendo sobre a Web 3.0. É sim! Web 3.0. Já é assunto nas páginas dos jornais e nos BLOGs mais antenados. Uns falando bem, outros nem tanto... Em linhas gerais, definimos a Web 3.0, como a Web semântica, a Web que passa a dar sentido aos dados. Sistemas que conseguirão não só apresentar o dado ou informação, mas dar contexto a esse dado. Imagine que o Google respondesse, precisamente, a seguinte questão: "preciso da configuração de um computador para jogos e edição de imagens?" Para isso, seria necessário que o Google, ou qualquer outro sistema, além de conhecer as configurações possíveis para micros, soubesse para que serve e qual a melhor aplicação de cada uma delas. Para essa situação acontecer, é fundamental a criação de um segundo nível de informação, ou seja, a criação de dados que descrevem dados, ou os metadados.
Em curtas palavras: sistemas mais inteligentes e dados que descrevem dados, essa é a Web 3.0. Minhas leituras me puseram a refletir. Tudo isso aí é muito bacana. Para o pessoal dos conceitos é um prato cheio. Para os técnicos e desenvolvedores é um interessante (mais programação e modelos de dados e sistema, na verdade, conseqüência). Mas... E para as pessoas? O que isso significa? Qual a relevância? Como elas vão lidar com isso? Hoje, existe a Web 2.0. O grande salto, aqui, foi o surgimento da possibilidade de “todos” produzirem conteúdo, de forma colaborativa ou não, de forma relacionada ou não. Mas, será que “todos” conseguem fazer isso? Será que as pessoas reconhecem essa possibilidade? Será que as pessoas sabem usar essa possibilidade? Pra mim, a resposta é não! Falamos muito em Web 2.0, 3.0, x.0, seja qual for. Mas, ninguém lembra de ensinar o que é isso e de como utilizar esses recursos. Tudo bem, que Orkut e cia viraram uma explosão. O Gmail desbancou muitos outros. A Wikipedia surge com força. Mas, de verdade, as pessoas mais “comuns”, apenas usuárias da Web, continuam apenas usuárias da Web.
Entram e usam seu e-mail, tenha AJAX ou não (vejo até muitos reclamando dos novos webmails). Acessam e usam o Orkut, sem fazer idéia dessa tal (re)evolução da Web 2.0 e consultam a Wikipedia como um site, um site de leitura ou, no máximo, um site de pesquisa. As pessoas não sabem "produzir o tal conteúdo". Têm medo de modificar um artigo na Wikipedia, não querem escrever besteira. Por outro lado, expõe-se desnecessariamente no Orkut e até em seus BLOGs. Não fazem idéia da possibilidade de alcance das suas "publicações". Só vejo as pessoas usando a Web, simplesmente usando, na maioria das vezes de forma equivocada e pouco produtiva, seja ela de qual número for. É muito importante, começarmos a pensar em como ensinar as pessoas, usuários comuns, a utilizarem de forma eficiente, coerente e ética todas essas ferramentas e possibilidades. Temos que descobrir como dar sentido a toda essa profusão tecnológica. Nesse aspecto, as escolas podem e devem ser um desses caminhos. Antes de criarmos os metadados da Web 3.0, dos sistemas, das inteligências artificiais, vamos nos preocupar com os nossos “metadados”, com a semântica disso tudo para nós mesmos
Em curtas palavras: sistemas mais inteligentes e dados que descrevem dados, essa é a Web 3.0. Minhas leituras me puseram a refletir. Tudo isso aí é muito bacana. Para o pessoal dos conceitos é um prato cheio. Para os técnicos e desenvolvedores é um interessante (mais programação e modelos de dados e sistema, na verdade, conseqüência). Mas... E para as pessoas? O que isso significa? Qual a relevância? Como elas vão lidar com isso? Hoje, existe a Web 2.0. O grande salto, aqui, foi o surgimento da possibilidade de “todos” produzirem conteúdo, de forma colaborativa ou não, de forma relacionada ou não. Mas, será que “todos” conseguem fazer isso? Será que as pessoas reconhecem essa possibilidade? Será que as pessoas sabem usar essa possibilidade? Pra mim, a resposta é não! Falamos muito em Web 2.0, 3.0, x.0, seja qual for. Mas, ninguém lembra de ensinar o que é isso e de como utilizar esses recursos. Tudo bem, que Orkut e cia viraram uma explosão. O Gmail desbancou muitos outros. A Wikipedia surge com força. Mas, de verdade, as pessoas mais “comuns”, apenas usuárias da Web, continuam apenas usuárias da Web.
Entram e usam seu e-mail, tenha AJAX ou não (vejo até muitos reclamando dos novos webmails). Acessam e usam o Orkut, sem fazer idéia dessa tal (re)evolução da Web 2.0 e consultam a Wikipedia como um site, um site de leitura ou, no máximo, um site de pesquisa. As pessoas não sabem "produzir o tal conteúdo". Têm medo de modificar um artigo na Wikipedia, não querem escrever besteira. Por outro lado, expõe-se desnecessariamente no Orkut e até em seus BLOGs. Não fazem idéia da possibilidade de alcance das suas "publicações". Só vejo as pessoas usando a Web, simplesmente usando, na maioria das vezes de forma equivocada e pouco produtiva, seja ela de qual número for. É muito importante, começarmos a pensar em como ensinar as pessoas, usuários comuns, a utilizarem de forma eficiente, coerente e ética todas essas ferramentas e possibilidades. Temos que descobrir como dar sentido a toda essa profusão tecnológica. Nesse aspecto, as escolas podem e devem ser um desses caminhos. Antes de criarmos os metadados da Web 3.0, dos sistemas, das inteligências artificiais, vamos nos preocupar com os nossos “metadados”, com a semântica disso tudo para nós mesmos
A evolução social do Linux, parte I
O Linux,assim como todo os programas de código fonte aberto, com certeza, são os softwares que mais evoluem em todo o mundo, movido por uma força impressionante, chamada comunidade. Pessoas que, por vontade própria, querem fazer a diferença implantando seus ideais e conhecimentos na realidade, no intuito de manterem a melhor das democracias: o próprio cidadão faz e aplica o que quer. Isso com certeza gera uma velocidade grande em projetos mantidos por grandes comunidades; e como cada pessoa ajuda como pode, o resultado sempre acaba sendo excelente. Este é o Linux que vemos hoje.
É até emocionante falar como esse sistema funciona. Pessoas unidas, cada qual com suas capacidades, tentando chegar num objetivo. De um outro lado, há pessoas que, não seguindo uma linha de raciocínio aberta por conta da falta de atualização, acaba sendo um vetor contrário; além de não ajudar, acaba atrapalhando com opiniões pré-conceituosas e apaixonadas. Lembrando que usei "pré-conceito"para distinguir do atual "preconceito" que o brasileiro conhece: aqui falo de conceito prévio, sem conhecimento.
Vamos exemplificar. Você já deve ter ouvido uma pessoa que usou a vida inteiraWindows,e, um dia desses chegou a usar Linux, entretanto, há uns 4 anos. Numa conversa que tive em mensageiros com um amigo, eu dizia que estava usando somente o Linux havia uns 4 anos, estava feliz da vida, pois o sistema é redondinho, não dá problema, dor de cabeça, etc; todos os adjetivos que você usualmente fala sobre Linux. A pessoa volta dizendo que ela já usou Linux, que tinha visual horrível, era difícil de mexer, não conseguia formatar um disquete sequer (olha a época da pessoa), não sabia como fazia nada. Detalhe: a última vez que usou faz apenas 5 anos.
A gota d'água foi quando disse em particionamento. Deu pra ver por telepatia a palidez da pessoa ao ouvir esta palavra. Ansiosa, disse que particionar era a maldição do Linux, porque é tudo confuso, que já perdeu dados, etc. Ouvi friamente tudo isso, até que mostrei telas do GParted, a facilidade de particionamento em forma de programa, o Beryl, o KDE e GNOME mais atuais, etc. A pessoa disse "tem que mexer em muitos comandos pra poder ficar assim". Mal sabia ele que bastam cliques para poder ter um visual ao gosto.
Sem o que dizer, e puxado pelo assunto que eu havia de publicar uma análise do Mandriva, começou a falar mal do Ubuntu e dele, porque as duas tinham nomes estranhos, e isso era um dos motivos que ele não baixava para testar. Deu vontade de eu ir dormir, sinceramente. Pelo que eu saiba, nomes não interferem na usabilidade de sistema algum. É a mesma coisa que "não vou contratar fulano para a minha empresa porque ele tem nome feio".
Vamos por partes, em primeiro lugar o visual. Realmente, o Linux já foi feio um dia, bem como o Windows ou qualquer outro sistema operacional, isso faz parte da evolução da informática. Veja, por exemplo, o KDE e GNOME de 7anos atrás:
Veja também:
E outra questão importante: são altamente
personalizáveis, sem precisar por mão alguma em comandos. Veja por exemplo, o que um usuário fez com o KDE:
E não digo só isso. Enquanto muita gente "baba" no visual do Windows Vista, o Linux já estava um passo adiante, com efeitos de transparência e alternância de desktops espetaculares:
Claro, instalar o AIGLX e Beryl
antigamente era uma coisa difícil, pois ainda estava em testes, e essa palavra assimila-se a desenvolvimento, ou seja, para o usuário final, não há dificuldade de instalação.
Outro ponto é o suporte à hardware. O usuário que conversava também me disse que era chato ficar montando e desmontando CDs toda vez que inseria um. Também não sabe que já existe novidades (antigos) como o udev e hal, que gerenciam toda a parte de dispositivos removíveis, como pendrives, CDs, DVDs, etc, abrindo, no KDE.
E isto, sem dúvida, evoluiu em termos de detecção também. Basta inserir um CD, ir beber um copo d'água e pronto. Tudo identificado, tudo funcionando. Claro que há excessões: distribuições como o Ubuntu, por exemplo, que só contém um CD, possui quantidade menor de drivers, natural. Mas você poderá instalá-los de modo fácil; e também há os sistemas como o openSUSE e Mandriva, do tamanho de um DVD, que já vem com praticamente tudo. É raríssimo hoje ter que compilar drivers para rodar tal dispositivo, tarefa que era cotidiana anos atrás.
E, a maior parte da reclamação dos usuários vem da parte de instalação dos programas. Certo dia, um amigo a quem tinha indicado o Linux, e teoricamente testado, chegou todo irritado em mim e disse: "Não vou usar Linux, porque não tem como rodar o eMule nele; nenhum programa que tenho consigo instalar". Disse para ela: calma, calma. O Windows tem seus programas; já o Linux tem outros, para as mesmas funções. Falando para ele que o aMule era o programa mais famoso de ED2K para Linux, voltou ele dizendo "esse aMule é ainda melhor". Bem, bem...
O Linux tem programas de qualidade superior ao Windows, e vice-versa, obviamente. Por exemplo, nenhum aplicativo para gravação de CDs é tão poderoso quanto o K3B, para Linux. E a instalação também é outro ponto questionado: "Po, baixei um programa no SuperDownloads, para Linux, e não consigo instalar" é a frase típica de iniciantes. No Linux, a metodologia é outra: você vai até o gerenciador de pacotes e instala o que quiser:
Vou citar outro fato real, muito próximo: minha própria mãe. Ela nunca havia mexido em computador frequentemente, e começou a utilizar meu openSUSE, com o login dela, todos os dias. Simplesmente não perguntava nada, ficava até admirado que ela foi aprendendo sozinha tudo, coisas que eu nem imaginava. Um dia, quando foi dar uma mexida no computador da amiga, com Windows, começou a reclamar, dizendo quue era mais complicado, era chato, dava erros estranhos. O melhor foi quando ela perguntou: "Você tem que atualizar o antivírus toda semana". Ela virou e respondeu: "No Linux não tenho preocupações com vírus". Fora que, com duas sessões abertas, basta com Ctrl+Alt+F7 para ela acessar o login dela enquanto vou comer, por exemplo.
Afinal, ao contrário do que a maioria pensa que para configurar o Linux é preciso saber comandos, está muitíssimo enganado. Veja os painéis de controle do Mandriva (MCC) e openSUSE (YaST):
Você deve estar se
perguntando: "O usuário iniciante não possui estas informações". Errado. Ele possui sim, a Internet é a maior prova disto, porém o comodismo acaba falando mais alto; no sentido de que, já com um preconceito a respeito do Linux, tem a vontade de desistir logo, nem que seja inconscientemente.
Outro fator contra o próprio Linux está dentro dele mesmo: as paixões. Da mesma forma que um viciado no Windows é totalmente preconceituoso, apaixonados por certas distribuições acabam acarretando no mesmo efeito. O pior é quando uma pessoa que usa a distro X começa a falar mal da Y, sem ao mesmo ter usado ela por um período (usado não no sentido de rodar e ver o menu, e sim de instalar programas, configurar, mudar, etc). Isso é totalmente prejudicial ao mundo o software livre, pois mentes fechadas numa idéia si não sobrevive num processo dinâmico de evolução em métodos. É preciso ter a mente aberta, e testar antes de opinar sobre distro ou programas. Mas isso vamos conferir em outra parte deste artigo, de modo mais completo.
Resumindo,o que freia a expansão do software livre são os pré-conceitos de quem não acompanha a evolução deste. Quem não fica antenado em novidades, sempre experimentando-as, acaba virando um morto digitalmente, servindo só para defender o sistema operacional pago, que, cá entre nós, possui poucas novidades nas novas versões. Fato é que, o Windows, por ser lançado a cada meia década, pelo intervalo de tempo maior tudo é publicado e todos ficam sabendo.
Já no Linux, um simples sono pode deixar passar para trás muitas novidades. Os aplicativos são interligados; cada dia é uma novidade diferente; os sistemas são atualizados em períodos desde 6 até 18 meses em versões finais, fora as de desenvolvimento. O Linux evolui muito rápido, e quem não quer saber dele, por preconceito, acaba se tornando um vetor contrário ao vendo chamado software livre, cada vez maior.
'Experimentar antes de opinar';essas são as palavras-chave para que o sistema aberto tenha cada vez mais sucesso.
Naparte IIvamos conferir o que programas de popularização do Linux (adoção por empresas, “Computador para Todos” tem surtido de efeito real nos usuários de computadores.
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